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9 sucos que deixam o corpo mais saudável

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Tomar água pode melhorar o funcionamento de seu cérebro

Tomar água pode melhorar o funcionamento de seu cérebro Divulgação/stock.xchng

Pesquisadores especulam que a sede pode tornar mais lenta a realização de tarefas com as mãos

Um novo, mas pequeno, estudo sugere que matar a sede pode dar uma força extra ao cérebro.
Os resultados mostraram que os indivíduos que consumiram cerca de três xícaras de água (775 ml) antes de fazer uma bateria de testes cognitivos tiveram melhor desempenho no teste que media o tempo de reação do cérebro aos estímulos, do que indivíduos que não bebem água. Essa diferença foi especialmente notada quando os assuntos estavam relacionados à sede. Os pesquisadores especulam que a sede pode tornar mais lenta a reação e a atenção na realização de tarefas com as mãos.
Ainda assim, em um teste, focado no aprendizado de regras, os indivíduos sedentos acabaram se saindo melhor melhor, mas para os pesquisadores não está claro o porquê.
— Pode ser que os processos fisiológicos (de beber ou não beber água) afetem o desempenho em tarefas diferentes de formas diferentes — disse o pesquisador Edmonds Caroline, da Universidade da Escola de Psicologia East London, na Inglaterra, ao LiveScience.
Ele acrescentou que a sede pode levar a um melhor desempenho em algumas tarefas, pois o hormônio vasopressina, que ativa a resposta sede, tem sido associado à atenção e excitação.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o consumo de água pode melhorar a memórias nas crianças.

ZERO HORA

Alimentação saudável no Verão

Alimentação saudável no Verão


A época de Verão exige cuidados-extra na sua alimentação.
Quando pensamos em férias, sol e mar, lembramo-nos de dias longos passados na praia. Mas nesta altura do ano, há que ter um cuidado especial com a alimentação. Não apenas porque o nosso corpo necessita de mais líquidos de forma a evitar a desidratação devido ao calor, como também as refeições devem ser leves.

Sandes são ideais para se comer na praia, desde que estejam bem conservadas e protegidas do sol. Para manter a sua frescura, leve uma geleira e embrulhe-as em papel de alumínio. Procure aquelas que contêm, além do pão, um alimento fonte de proteínas (peito de peru, frango desfiado, atum em água ou queijos do tipo branco, ricota).

Além disso, é importante comer frutas, que repoem algumas vitaminas no organismo e “refrescam” o mesmo.
Outras das boas opções são as saladas. Os vegetais são ricos em vitaminas e minerais. No entanto, não estrague tudo e evite os molhos.
Se tiver mesmo que comer em bares de praia ou comprar alimentos a algum vendedor ambulante, tenha em atenção o aspecto da comida.
Algumas dicas para manter uma alimentação saudável nas praias:
Evite comer maionese
A maionese é facilmente perecível (mesmo as industrializadas), já que é feita de óleo e ovo. Consuma alimentos com maionese somente se eles forem preparados na hora e tiver a certeza de que o ingrediente foi mantido sob refrigeração adequada.

Se consumir sandes naturais, prefira as de atum
O atum industrializado já vem pronto para preparar as sandes e costuma ter um baixo índice de contaminação. O frango desfiado, produzido artesanalmente, costuma ter mais bactérias.

Beba muita água e sumos naturais
Os refrigerantes e as bebidas alcoólicas não matam a sede. A água ajuda a manter a hidratação do corpo porque repõe minerais perdidos com o suor. Os sumos têm menos sais minerais, mas também ajudam na hidratação. Se a bebida levar gelo, verifique se ele já vem em cubos. Os gelos em barra (utilizados para refrescar a cerveja) geralmente não são feitos com água filtrada e o processo de congelamento não elimina as bactérias.

Se consumir salgados, prefira os de forno e evite os fritos
Muitos vendedores reutilizam o óleo da fritura, que vai acumulando toxinas nocivas à saúde; é melhor dar preferência aos salgados assados, como os pastéis de forno.
Entretanto, para manter a forma, é recomendável evitar as empadas; além de altamente calóricas, conteêm muita gordura hidrogenada; uma empada de frango média, por exemplo, chega a ter 300 calorias, o equivalente a um prato de salada, arroz e frango grelhado.
Evite os frutos do mar, principalmente os vendidos na areia
As ostras cruas podem ter sido colhidas em locais contaminados, e os camarões cozidos ficam, por vezes, expostos ao sol. E por isso, contêm muitas bactérias que podem transmitir doenças como a cólera e a salmonelose.

Bebidas alcoólicas, só com moderação
Na praia, as bebidas alcoólicas são duplamente arriscadas. Primeiro porque são altamente calóricas e desidratantes. Segundo porque, com o calor, as pessoas costumam perder a noção daquilo que já beberam e acabam por se embriagar mais rápido.

Prefira os alimentos industrializados aos artesanais
Os produtos industrializados estão sujeitos a normas rígidas de higiene durante a fabricação; estes alimentos costumam ser mais seguros do que os feitos de forma caseira, quando não se tem certeza da sua proveniência.

Além de ajudarem a mantê-lo em forma no Verão, estes conselhos podem evitar que um dia de praia se transforme num pesadelo. E ao optar por refeições leves, pode sempre ir refrescar-se com um belo banho de mar.

Boa praia!
Fonte: http://www.viagemdeferias.com

PROBLEMAS DE SAÚDE MAIS COMUNS NO VERÃO

PREVINA OS PROBLEMAS DE SAÚDE MAIS COMUNS NO VERÃO


Desidratação, intoxicação, insolação e micose estão entre os maiores riscos da estação
Com a chegada de dezembro e a proximidade do verão, a população fica mais exposta a algumas doenças típicas dessa época do ano. O aumento dos termômetros vem sempre acompanhado de mudanças no meio ambiente e na fisiologia do corpo humano, que podem resultar em males à sua saúde, como desidratação, intoxicação e insolação, entre outros. Para evitar esses desconfortos, a clínica geral Márcia Gomes Massironi, coordenadora da Área Técnica da Saúde do Adulto da Secretaria Municipal da Saúde, explica a origem e os sintomas dessas doenças e recomenda alguns cuidados:


Desidratação: A perda diária de líquido é de 2,5 litros, por meio do suor, urina e fezes. No verão, perde-se mais, seja pelo aumento de atividade física ao ar livre ou pelo risco de consumir alimento deteriorado, resultando em diarréia.
Sintomas: boca seca e menor freqüência de urina. Quem sofre mais os efeitos são crianças e idosos. É possível encontrar na rede pública municipal o soro da terapia de reidratação oral, que deve ser adicionado à água para tratamento domiciliar da perda líquida. Somente casos mais graves são internados.
Como prevenir: É importante, portanto, hidratar-se bastante com água, chás, sucos. Procurar sombra, lugares mais arejados, usar roupa fresca, principalmente em crianças, e evitar muito movimento nas horas mais quentes.
Intoxicação alimentar: Ao comer alimentos mal cozidos ou acompanhados de molhos como maionese e outros perecíveis, você pode engolir junto uma série de bactérias que produzem toxinas e causam intoxicação gástrica.
Sintomas: Mal-estar, diarréia, enjôo, vômitos, podendo levar à desidratação aguda, que exige até mesmo internação hospitalar. Uma dieta leve costuma resolver o problema.
Como prevenir: Preferir alimentos frescos, verduras, frutas, legumes e verificar se o restaurante ou lanchonete é limpo. É importante verificar a validade dos alimentos, especialmente perecíveis.
Insolação: Apesar dos alertas freqüentes, ainda há preferência pelo horário em que o sol mais danos causa à pele, entre 10h e 16h. Não por acaso, o câncer de pele não melanoma é o mais freqüente no país.
Sintomas: Falta de ar, dor de cabeça, mal-estar, febre e possível desidratação, ardor e queimaduras de pele.
Como prevenir: Evitar o horário de pico da radiação solar, usar protetor adequado ao tipo de pele mesmo que esteja à sombra em locais abertos como praia e piscina, hidratar-se bastante.
Micoses: Na estação mais quente do ano, o simples fato das pessoas transpirarem mais aumenta o risco de micoses, lesões de pele causadas pela proliferação de fungos especialmente nas dobras - virilha, axilas, pés.
Sintomas: Coceira, vermelhidão, formação eventual de bolhas e alterações de pele. O risco maior é a lesão facilitar a contaminação por bactéria.
Como prevenir: Fugir daqueles pontos de água parada que muitas pessoas freqüentam (aquele tanquinho perto da piscina, por exemplo), livrar-se logo da roupa molhada, não usar tênis por muito tempo.
Ouvido: Problemas nessa região são muito comuns em crianças que vão muito à piscina ou praia.
Sintomas: Inchaço, dor, vermelhidão e, eventualmente, alguma secreção. Se esses sintomas aparecerem, é preciso passar por uma avaliação médica para evitar agravamento do quadro inflamatório ou infeccioso.
Como prevenir: Evitar ficar com os ouvidos muito tempo expostos à água.
Olhos/conjuntivite: Cloro da piscina e sujeiras na água e areia da praia são inimigos potenciais do olho. Atenção para não levar a mão aos olhos nesses locais. A conjuntivite, inflamação da conjuntiva (membrana que envolve grande parte do globo ocular), é causada por vírus ou bactéria.
Sintomas: inchaço, vermelhidão, secreção e sensação de areia nos olhos. É preciso consultar um médico, que prescreverá o tratamento adequado.
Como prevenir: O ideal é sempre lavar os olhos com água boricada e manter as mãos limpas.
Dicas gerais
  • Beber líquido com bastante regularidade
  • Dar preferência a roupas leves
  • Evitar exposição excessiva ao sol
  • Preferir locais arejados e com sombra
  • Evitar fazer exercício com sol do meio dia
  • Evitar permanecer por muito tempo com roupa úmida
  • Observar as condições de higiene se vai comer fora
  • Lavar sempre as mãos
  • Separar coisas de uso pessoal
  • Procurar o médico ao menor sintoma
Cuidados extras com crianças
Imunidade mais baixa, organismo em contínuo processo de adaptação, muita exposição à água e ao sol nesta época do ano, as crianças merecem atenção especial para que não sofram os males facilitados pela estação.
A pediatra Atenê Maria de Marco Mauro, da Área Técnica da Saúde da Criança e do Adolescente da Secretaria Municipal da Saúde, lembra que criança com até 1 ano desidrata com mais facilidade, porque a quantidade de água no organismo é maior. E, em caso de diarréia, é preciso hidratar rapidamente em todas as faixas etárias. No caso delas, é obrigatório evitar exposição ao sol entre 10h e 16h. "É preciso sempre estimular a hidratação da criança e observar a cor de sua urina. Se estiver escura ela precisa de mais líquido", alerta a pediatra.

Prefeitura de São Paulo

Alimente-se bem

Dez alimentos para comer todo dia


Variedade de alimentos é o que não falta no nosso país e, se souber escolhê-los e combiná-los adequadamente, você terá os ingredientes básicos para uma “saúde de ferro”. Sem contar que a maioria desses produtos-chave com propriedades valiosas podem ser encontrados facilmente nos supermercados. Thereza Emed é nutricionista do Hospital Vita Curitiba, e preparou uma seleção nota 10, com as devidas informações, para você comer todos os dias. Anote!

1. Frutas vermelhas 

Previnem o câncer. Amoras, framboesas, morangos e mirtilos possuem flavonoides que são substâncias com propriedades anti-inflamatórias, antialérgicas e anticancerígenas. 
Como consumir – A nutricionista sugere duas taças com um mix de frutas vermelhas (de preferência, orgânicas), um copo de suco (vale usar frutas congeladas) ou duas xícaras de chá feito com as folhas.
 
2. Vegetais de folha escura 

Protegem a visão. Brócolis, couve, espinafre; as hortaliças de folhas escuras contêm dois pigmentos que se acumulam no olho: zeaxantina e luteína – antioxidantes que destroem os radicais livres e previnem a degeneração macular. Além disso, esses alimentos são ricos em antioxidantes e magnésio, substâncias diretamente responsáveis por baixar os níveis de glicose no sangue. 
Como consumir – A nutricionista sugere o equivalente a um pires por dia. Use-os em saladas, cozidos no vapor, refogados, em coberturas de pizzas e molhos. Procure armazenar em embalagens plásticas, na geladeira.
 
3. Leite fermentado ou iogurte com lactobacilos

Fortalecem o sistema imunológico e previnem doenças. “Alimentos probióticos, devido à presença de bactérias benéficas vivas, promovem o equilíbrio da flora intestinal, além de beneficiar o sistema imunológico. Nem todos os iogurtes contêm probióticos, por isso, certifique-se lendo seus rótulos.”, orienta a especialista.
Como consumir – In natura, um copo ao dia. Mantenha-os sempre refrigerados.
 
4. Soja

Proteja seu coração com a soja. O alimento é responsável pela redução do risco de doença cardiovascular. “A soja reduz o LDL (colesterol ruim) e aumenta o HDL (colesterol bom). Outras ações estão sendo investigadas, como redução no risco de alguns tipos de câncer, principalmente os que são alimentados por hormônios. Além disso, parece contribuir para atenuar os sintomas da menopausa”, explica Thereza.
Como consumir – O consumo diário de, no mínimo, 25 g de proteína de soja pode ajudar a reduzir o colesterol, ou cerca de 60 g de grãos ou farinha de soja.
 
5. Alho

Previne doenças. Thereza explica que o alho possui substâncias como alicina, enxofre e sulfato dialil, que agem no organismo reduzindo a incidência de tumores, além de atuar na prevenção das irregularidades cardiovasculares e da pressão arterial.
Como consumir – Use-o em temperos, cerca de um dente de alho cru ao dia. Guarde-o em local seco e arejado.

6. Azeite de oliva extravirgem
Ajuda a manter os níveis saudáveis de colesterol. “O azeite de oliva tem gordura do tipo monoinsaturada, com efeito sobre a diminuição do LDL (o colesterol ruim) e aumento do HDL (o bom colesterol).”, diz a nutricionista.
Como consumir – Pode ser usado para temperar saladas. Evite aquecer. Quantidade diária:  duas colheres de sopa ao dia. Armazene-o protegido da luz.

7. Castanha-do-pará 

Retarda o envelhecimento. “Ela é fonte de vitamina E e selênio, que colaboram para frear a produção de radicais livres, desacelerar o envelhecimento e reduzir o risco de doenças do coração”, ensina a especialista. 
Como consumir – Uma unidade ao dia é o suficiente.
 
8. Aveia

“Inimiga” do colesterol. “Este cereal é rico em beta-D-glucana, um tipo de fibra alimentar solúvel. Considerada uma substância bioativa, ela auxilia na redução da absorção de colesterol.”, diz Thereza.
Como consumir – Cerca de 40 g de farelo de aveia ou 60 g de farinha de aveia fornecem quantidades de beta-D-glucana com ação efetiva.
 
9. Peixes de água profunda ou linhaça 

“Amigos” do coração. A nutricionista explica que, por serem ricos em ácidos graxos ômega-3, auxiliam na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos e consequente redução do risco de irregularidades cardiovasculares, além de serem importantes para o desenvolvimento do cérebro e visão do feto. 
Como consumir – 180 g por dia, o equivalente a dois filés pequenos: assados ou cozidos. No caso da linhaça, use uma colher de sopa diariamente polvilhada na salada, no iogurte, ou misturada a pães e bolos.

10. Água

Hidratante. “Todo mundo sabe como a água é fundamental para o equilíbrio do nosso corpo. É ela que ajuda a transportar os nutrientes pelo organismo, promovendo a manutenção da saúde. Por isso mesmo, no inverno devemos ingerir de um litro e meio a dois do líquido diariamente, principalmente se estivermos com gripe ou resfriados, a fim de garantirmos a nutrição e hidratação necessárias para nosso pronto restabelecimento.”, orienta Thereza.

Da Redação17/07/2013

Massagem Modeladora


Mitos e verdades sobre a massagem modeladora

O verão está chegando, e com ele a busca por tratamentos estéticos para emagrecer e queimar as gordurinhas localizadas também!

Nos últimos anos, houve um "boom" dos tratamentos estéticos, sendo que hoje eles são aplicados por diversos profissionais, de centros de fisioterapia a academias e até salões de beleza.

Em primeiro lugar, este tipo de tratamento deve ser realizado por profissionais especializados, que entendam a anatomia e fisiologia do corpo (conheçam as estruturas e o funcionamento delas), para que o tratamento seja eficaz e seguro.

Muitos profissionais mal qualificados aplicam estas técnicas sem muito conhecimento, e com isso geram dúvidas nos seus clientes. Por este motivo, trago aqui alguns mitos e verdades sobre a massagem modeladora.

A massagem modeladora e a drenagem linfática são a mesma coisa? Tem o mesmo objetivo?

Não. A drenagem linfática é uma técnica de massagem manual que estimula o retorno da linfa para o sistema linfático, diminuindo a retenção de líquidos e eliminando resíduos e toxinas. Sendo assim, ela não atua diretamente na redução da gordura corporal nem da celulite (que nada mais é do que um excesso de gordura forçando uma pele retraída), apesar de ter um efeito indireto sobre as mesmas, já que aproxima o tecido gorduroso dos vasos sanguíneos, e facilita sua captação pelos mesmos no momento da atividade física. Como ela melhora a circulação, também pode atuar indiretamente na prevenção da flacidez. Já a massagem modeladora é executada com movimentos firmes, rápidos e repetitivos sobre a pele, com objetivo de quebrar a gordura localizada, que é posteriormente eliminada pela corrente sanguínea, principalmente se for realizado exercício físico. É geralmente focada nas regiões onde há maior acúmulo de gordura, que nas mulheres são barriga, coxas, culote, glúteos, e às vezes braços. Desta forma, a massagem modeladora traz diminuição de medidas, da celulite, favorecimento da lipólise (quebra da gordura) e modelagem do corpo, além de prevenir flacidez, melhorando a elasticidade da pele.
A massagem modeladora dói?
Sim. A massagem modeladora é realizada com movimentos rigorosos de prensão, deslizamento e amassamento da pele, numa intensidade que atinja as camadas lipídicas (de gordura), a fim de quebrar as placas gordurosas. Por isso, muitas pessoas sentem dor ao realizar esta técnica, porém a intensidade da dor depende não só da quantidade de gordura que a pessoa tem, mas também da tolerância a dor, que é muito variável de indivíduo para indivíduo. Entretanto, esta dor não pode causar um desconforto excessivo para o paciente, sendo este um limite para a intensidade das manobras. O ideal é aumentar a intensidade de forma gradual, para que o organismo se adapte a mesma.

É normal ter hematomas após a realização?
Não. O hematoma é sinal de rompimento de vasos sanguíneos, e o extravasamento do sangue para os tecidos pode causar uma resposta inflamatória na região e dor, o que não é desejável. Quando ocorre o hematoma é sinal de que o limite ideal de intensidade da massagem foi ultrapassado, ou seja, uma massagem que causa hematomas não indica uma massagem modeladora mais eficiente, pois não é necessário ultrapassar a camada de gordura da pele, já que somente ela deve ser trabalhada. Pode acontecer, em pessoas com tendência a hematomas (aquelas que tem vasos muito sensíveis, que ficam roxas com qualquer batidinha), de o hematoma aparecer, porém isso é um fato esporádico, que deve ser avaliado. Se você sempre sai da massagem modeladora com mitos hematomas, desconfie! Se o hematoma já ocorreu, utilize gelo (sempre enrolado em uma toalha ou num saco plástico), a cada duas horas, por 15 a 20 minutos.

Utilizar somente cremes que prometem reduzir medidas tem resultado?
Não. Alguns cremes dizem apresentar princípios ativos que por si só reduziriam as medidas. Isto não ocorre. Alguns cremes tem formulações que aumentam a circulação sanguínea e com isso, temos a melhora do aspecto da pele, porém a redução de medidas não ocorrerá sem as técnicas corretas de massagem modeladora, e é claro, muito exercício físico.

A massagem modeladora com aparelhos é melhor que a manual?


Não. Os diferentes aparelhos utilizados para a massagem modeladora podem facilitar uma intensidade maior da massagem, porém nem sempre uma massagem tão intensa é necessária. Além disso, a realização manual da massagem permite que o terapeuta avalie cada região do corpo, verificando os locais de maior acúmulo de gordura, direcionando o tratamento, tornando-o mais eficaz e objetivo.